Doce caminhada

Era um dia ensolarado de verão, estava caminhando pela praia quase deserta, tenho 1,70m, 75 kg, 26 anos, moreno claro, estava sem camisa, de sunga preta, quando vejo um homem debruçado sobre a areia, me fitando, senti uma forte atração e retribuí o seu olhar, mas continuei a caminhar. Andei mais alguns metros e voltei para onde estava meu admirador, quase em frente dele, parei e resolvi dar um mergulho, já estava excitado só imaginando que estava sendo observado. Dei uma olhada e não me esqueço da cena: o desconhecido estava com o seu pau para fora se masturbando. Apesar da distância, era um lindo cacete. Entrei na onda e tirei minha sunga, virei de costas, me levantei e mostrei minha bunda molhada, mergulhei novamente, seu pau não saía da minha cabeça, e agora ele estava bem maior do que antes. Vesti-me, e fui saindo da praia quando ele disse: - Vem cá - Oi De perto ele era bem gostoso, fiquei de joelho, e sem dizer uma palavra, passei a língua bem de leve, meu desejo era tanto que coloquei todo na boca, com as mãos alisava seu saco e ele fodia minha boca num gostoso vai e vem. Seu cacete quase explodia de tão duro, ele passou a mão nas minhas coxas, e logo seus dedos desbravaram minha bunda, tremi todo, ele com muito carinho me deixou totalmente entregue, tirou minha sunga, fiquei na posição de frango assado, passou a língua no meu pau e depois forçou a beirada do meu cuzinho com deliciosas chupadas , me segurei para não gozar. Tirei a camisinha e coloquei no meu homem, ganhei um beijo, abriu minhas pernas colocando-as sobre seus ombros, e senti toda a força do seu cacete, minhas pregas eram tomadas pelo invasor, uma mistura de dor e prazer, senti-me como uma fêmea no cio, e tratei de relaxar e aproveitar aquele momento mágico. Ele ficou mais rápido, bombava, senti que tinha engolido todo aquele mastro, seus ovos roçavam na minha bunda, ele parou, sacou sua arma para fora, tirou a camisinha misturada com meu sangue, e me afundou com seu gozo, no meu peito, barriga, virilha não agüentei e gozei em seguida. Exaustos, nos limpamos no mar, e recuperei as energias naquele em que foi o meu dia maravilhoso. 


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Novinhos pirocudos e bundudos EP: 23

Prazer em Caldas

Uns amigos meus do Mato Grosso vieram me visitar em Goiás e me chamou para acompanha-los num final de semana em Caldas Novas. Saímos de Goiânia no Sábado bem cedo. Ao chegar em Caldas , fomos almoçar e procurar um Hotel-Clube para a gente ficar. Ficamos hospedados no CTC. Mas, ao entrarmos percebemos que o lugar não era nossa praia, pois havia muitas pessoas idosas. Mas com já havíamos pago, resolvemos ficar ali mesmo. Nós ficamos os três juntos no mesmo quarto. No quarto havia 2 camas de casal e 2 de solteiro. Chegamos, nos acomodamos no quanto e resolvemos descer para curtir as águas termais. Estávamos nós 3 na piscina, quando vi passar pela piscina que eu estava um moreno com um corpo lindo, vestia um shot preto batendo na metade das lindas coxas e uma camiseta regata mostrando os braços e um pouco dos peitos que tinha um pouco de pêlos. Que braços e que peitos.....Ele passou pela piscina e parou sob uma sobra de uma passarela e ficou olhando perdido pela piscina. Eu me encontrava no meio da piscina e logo comecei a me deslocar em direção daquele ser. Cheguei a base da piscina e fiquei com a cabeça sobre os braços observando o moreno. Não fiz questão de esconder meu interesse. Logo ele percebeu que não tirava o olho dele e as vezes nossos olhares se encontravam. Um de meus amigos me chamou e fui ver o que eles queriam. Quanto eu olhei para trás ele havia desaparecido, vi o que meus amigos queriam , contei a eles sobre o episódio e disse que iria procurar o tal cara. Sai da piscina, e me dirigi a outra piscina. Deu uma olha bem sucinta e nada do meu homem. Entrei no banheiro e nada, só havia um senhor no banheiro. Ao sair do banheiro vi umas crianças sair da sauna masculina. Pensei: ”Ele só pode estar ali”. Dito e feito. Entrei na sauna e vi aquela figura lá dentro. Na sauna havia poucas pessoas. Eu fiquei de pé perto da porta enquanto ele estava sentado. A sauna estava muito quente e ele resolveu sair para tomar uma chuverada. O chuveiro ficava bem em frente a porta da sauna e pelo vidro da porta dava para vê-lo na ducha. Eu fazia questão de olhar , ele viu e deu uma risadinha. Ai eu sai e fiquei esperando que ele terminasse sua ducha. Enquanto isso, ele ficava passando as mãos sobre seus peitos, até que chegou no seu calção de banho preto. Ao segurar sua mala ele olhou para mim e deu um sorrizinho cafajeste. Saiu do chuveiro e passou por mim se esfregando para entrar na sauna novamente. Esse clima de entra e sai da sauna ocorreu 3 vezes, até que Quarta eu puxei um assunto besta....Ai entramos os dois juntos na sauna. Conversamos um pouco, falei que era de Goiânia e ele me disse que era da cidade mesmo. Saímos da sauna e ficamos perdidos, para onde iríamos.....Eu disse que estava hospedado no hotel do clube e perguntei se ele não queria subir para podermos bater um papo. Ele aceitou. Mas antes de subirmos fui falar para os meus amigos que quarto estaria ocupado nas próximas horas. Subimos, e mal tranquei a porta já o senti por traz de mim de beijando a nunca, virei e correspondi o beijo na sua boca. Ficamos beijando um pouco até que achei seu membro durinho. Tirei sua camiseta, e comecei a mamar nos seu peitos lindos e peludos. Depois fui descendo a boca pela barriga até chegar no seu shot preto. Abocanhei aquele mastro sob a sunga. Fui tirando o shot com a boca até poder abocar aquela vara. Fiquei um tempo sugando seu pirulito, até que disse que queria me comer. Fui até minha mochila e peguei uma camisinha e o KY. Coloquei a camisinha naquela vara e lubrifiquei meu anus e sua vara. Logo ele me pos de quatro na cama e começou a me fuder. Foi colocando devagar e eu vendo pelo espelho a minha frente sua reação de tesão e aquilo foi me deixando louco e quando eu vi sua vara estava toda em mim. Ele começou um vai e vem gostoso...me beijava a nuca me chamava de sua bichinha, que iria acabar comigo....Logo os movimentos começaram a aceleram e ele disse: “Vou gozar” e gozou dentro de mim. Ele sentou de na cama e eu tirei a camisinha do seu pênis e começamos a nos beijar. No meio dos beijos eu disse a ele que o queria também....Mas quando fui pegar outra camisinha para poder fuder aquele macho, meus amigos batem na porta. Nos vestimos, escondemos as provas do crime e ele saiu sem graça. Nisso meus amigos ficaram curiosos, mas eu disse que só nos beijamos e entrei no banheiro para tomar um banho e resolvi bater uma pensando naquele bofe....Hoje, moro em Sampa......mas volto sempre a Goias.... 


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Novinhos pirocudos e bundudos EP: 22

Meu primo

Três anos depois eu estou morado na casa de minha avó, quando meu primo aparece e pedi pra mminha avó se ele pode ficar uns tempo ali minha avó diz que tudo bem mas que só tem um quarto e uma cama de casal e que ele tinha que me prgunta se poderia ficar pois eu já tinha mas tempo eu falei que tudo bem contando que ele me ajuda-se na arumação do quarto. então ele foi na casa dele apanhar algumas roupas e eu fui pro trabalho quando chego a noite encontro tudo arrumado em meu quarto ele virou e falou gostou eu disse que sim, então fui tomar um banho e fui jantar conversei um pouco com minha avó e fui pra cama me deitar, ele ficou conversando um pouco mas e vei se deitar eu me levantei e fui pegar um lençol pra ele, aí ele perguntou pra que nos poderiamos cobri com o mesmo lençol eu falei tudo bem então apaguei a luz e me deitei eu tinha o costume de me deitar pelado mas acabei botando uma cueca ai ele falou engraçado vovó falou que vc tem o costume de durmi pelado e está de cueca eu tbem costumo durmi pelado mas tbem estou de cueca e veja como ele fica e pegou minha mão e colocou encimma do pau dele que estava duro que nem uma pedra ai eu fiquei alizando por cima da cueca então ele colocou ele pra fora da cueca e começou a me alisar eu estremecia todo e lembrava da minha primeira vez com ele, ele tbem estava lembrando de tudo no meu ouvido e falava que estava cheio de saudade que me queria eu fiquei punhetando ele até que ele me virou de bruço e me enfiou sua pica toda em meu cúzinho que delicia isso tudo três anos depois, ele não trabalhava só eu isso nós ficamos umas três semanas fudendo gostoso quando um bela noite depois de fudermos bastante ele virou pra mim e disse que queria dinheiro eu falei que não ia dar pois eu dava minha bunda e meu cú pra ele por que eu o amava. Então ele falou que iria embora pra casa da mãe dele e nunca mas eu iria ter sua pica, no dia seguinte fui pro trbalho quando voltei encontrei um bilhete eu tbem te amo mas sem dinheiro não da tchau se quizer me procure.Nunca procurei ele mas os anos passaram eu já estava casado quando minha cunhada resollveu casar e mandou um convite pros meus familiares e quem apareceu em minha casa meu primo tudo estava uma bagunça pois todos resolveram se arrumarem na minha casa era fila pra tudo foi quando, minha mulher determinou que eu e meu primo foçemos os dois juntos pro banheiro enquato m tomava banho o outro fazia a barba, ai entramos e tiramos a roupas mas sem dar uma palavra eu fiquei de costa pra ele e fui fazer a barba quando ele chegou perto de mim e encostou aquilo que eu mas gostava eu fiz a barba com ele todo dentro de mim ele me chupava e falava no meu ouvido que foi muito burro e que eu poderia ter sido sua mulher pra sempre e que quando soube que eu ia casar quaze foi me pedir pra casar com ele hoje fico pensando nele estou doidinho pra da pra ele mas estamos longe ele se separou, arumou uma outra e veio no estado em que estou morando ele continua um tesão eu quero ele tanto, beijar , chupar e mas tudo esse homem foi o unico na minha vida,
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Novinhos pirocudos e bundudos EP: 21

Loucuras no Litoral

Depois de deliciar-me com os contos, resolvi deixar uma experiência minha para proveito de todos. Meu nome é Caio, sou moreno claro, olhos castanhos, 1,70m, 57kg distribuídos num corpinho franzino mas modéstia parte, delicioso, pele lisinha e bumbum esculpido em academias. Deveria ser um fim de semana comum, eu e meu irmão iríamos passá-lo com mais dois amigos seus em Ubatuba. Eu estava louquinho por um pouco de sol, afinal entre os estudos na faculdade e os estágios, quase não me sobrava tempo para essas viagenzinhas divertidas. Chegamos eu Ubatuba por voltas das 22:00hs, deixamos as malas dentro de casa e resolvemos sair em algum barzinho. Ficamos bebericando só até umas duas da manhã, porque eles queriam acordar cedo no dia seguinte para surfar. Na manhã seguinte, por volta das nove horas, meu irmão me acordou e disse que ele e seus amigos já estavam indo para a praia, eu que ainda estava meio com sono e com uma certa ressaca, respondi que iria dormir mais um pouco, e que mais tarde os encontraria na praia. Acabei dormindo até as 11:00hs. Acordei morrendo de fome e resolvi comer algo. No caminho até a cozinha, passando na porta do banheiro, ouvi um barulho de água caindo e instintivamente me virei para ver o que era. Foi uma visão hipnotizadora, um dos amigos de meu irmão, o dono da casa, estava tirando água do joelho, mas o que me impressionou mesmo, foi o tamanho do seu pau, nunca tinha visto um cacete tão grande, tinha uma cabeçona vermelha , do tamanho de um limão, bem diferente dos outros cacetes que eu já havia observado. Devo ter ficado parado olhando aquele monumento durante uns dez segundos, saí do meu estado de hipnose ouvindo a voz de Elizeu me dizendo: “-Tá gostando do que tá vendo?” Olhei para o rosto dele e vi seu sorriso e seus olhos grudados em mim. “- Quer dizer então que o irmãozinho do Leleco é chegado numa rola... hein???” Fiquei estático e como não respondi nada, ele tomou a iniciativa, veio em minha direção, balançando sua pica de um lado para outro, parou na minha frente e sussurou no meu ouvido: “- Você pode dar uma pegadinha se quiser, não quero te deixar passando vontade.” Não conseguia me mover, era evidente que eu estava doidinho para agarrar aquele monte de carne, mas se tratava de um dos melhores amigos de meu irmão. Minha cabeça estava entrando em parafuso e as dúvidas só faziam aumentar. Notando talvez que eu pudesse escapulir, Elizeu resolveu atacar. Ele chegou perto de mim me deu um delicioso beijo de língua, até hoje fico melado só de lembrar aqueles lábios carnudos e molhados de encontro aos meus, pegou minha mão e colocou em cima da cabeça de seu pau. Nessa hora eu não resisti mais, sorri maliciosamente e comecei a sentir melhor aquela maravilha que estava em minhas mão. Elizeu empurrou minha cabeça para baixo, demonstrando o que queria. Ajoelhei em sua frente e observei melhor o que era aquela peça, a cabeça vermelha, o corpo cheio de veias, meus dedos mal conseguiam dar a volta em torno daquele colosso, seu saco era cheiroso, cheiro de macho, com duas bolas espetaculares. Comecei dando beijinhos na cabeça com pequenas lambidinhas, deixando-a bem lustrada, depois comecei a lamber toda a extensão da verga enquanto minhas mãos iam massageando as bolas do saco graudo. Abri bem minha boca e deixei entrar o seu pau até tocar na garganta, sobrou ainda um bom pedaço de carne para fora, e eu já estava totalmente preenchido, fiz um vai-e-vem carinhoso sentindo todo o contorno daquele cacete perfeito, e que agora era todo meu. Olhei em direção à Elizeu e notei que estava de olhos fechados com um tesão incrível estampado no rosto. Havia agarrado meus cabelos de um modo forte, com as duas mãos, deixando bem claro quem estava no controle da situação. Em certo momento ele parou com as estocadas profundas em minha garganta e passou a esfregar a glande em meu rosto, me melecou todo com o líquido viscoso que saia de seu cacete. O tesão era intenso, e o cheiro de sexo já aromatizava todo o ambiente. Novamente abocanhei aquela vara. Elizeu delirava em meio aos movimentos da minha língua. “- Isso gatinho, mama na minha picona... deixa eu fuder essa sua boquinha.... hum!!! suga bem gostoso”. Já estava chupando a uns 10 minutos, quando decidi dar um tratamento especial à suas bolas, coloquei uma de cada vez dentro de minha boca enquanto minhas mãos punhetavam sua rola que parecia cada vez maior e mais quente. De volta ao cacete, voltei a lambe-lo todo e a sapecalo de beijos molhados em toda a sua extensão, Elizeu começou a balbuciar que iria gozar, pus minha língua para fora o mais que pude enquanto punhetava seu pau com violência. Olhei Elizeu nos olhos e ele gritou coisas sem sentido explodindo logo depois num gozo fenomenal, era tanta gala, encharcou todo meu rosto e ainda encheu minha boquinha insaciável, Elizou passou seu pau em meu queixo, bochechas, nariz, e voltou a socá-lo em minha garganta forçando-me a engolir sua porra, como seu eu fosse um bebêzinho e ele estivesse me dando sua papinha. O colega de meu irmão não parecia cansado, mesmo depois de toda aquela ejaculada. Me puxou pelos cabelos colocando-me de pé, tirou meu pijaminha e me conduziu até o boxe. Meu pau nunca havia estado tão duro, para mim aquele momento era como um sonho se realizando. Debaixo d"água, voltamos a nos beijar, senti as mãos de Elizeu passearem por todo meu corpo, me deixando maluco. Fiquei admirado com todo o carinho de sua carícias. Seus dedos passeavam pelos meus mamilos, meu bumbum e quando eles alcançaram meu peruzinho soltei um gemido mais alto, que fez Elizeu sorrir maliciosamente. Ao se ajoelhar, sua boca veio de encontro boca a minha barriguinha, que modéstia parte é super tesudinha, e começou literalmente a fuder meu umbiguinho com sua língua, abaixei mais sua cabeça mostrando o que realmente estava querendo, infelizmente Elizeu se negou a me chupar, dizendo: “- O viadinho aqui é você! Não se esqueça disso!!!”. Quase fiquei decepcionado, mas pensei melhor e cheguei a conclusão de que aquela era a prova real de que eu estava aos amassos com um macho de verdade. Ele terminou de saborear meu umbigo,, e lentamente me virou de costas para si. Alisou e beijou muito minha bundinha, depois alojou seu rosto entre minha nádegas. Senti sua barba por fazer raspando minha pele. Que loucura... pensei que havia atingido o máximo de minha excitação, delicioso engano, quando sua língua atingiu em cheio meu cuzinho, ai sim vi estrelas. Um calor incrível subiu por meu corpo, suava em bicas por todos os poros e tive certeza de que se morresse naquele instante, morreria feliz. Sua língua literalmente me fodeu. Tive de me apoiar na parede para aguentar as investidas selvagens de seu rosto em meu reguinho. Ele ficou me lambendo durante uma eternidade, até que passou a alternar sua língua com seus dedos. Primeiro um, depois dois, e quando dei por mim já estava com o ânus totalmente relaxado. Sua boca beijava as partes internas de minhas coxas, me deixando de pernas bambas. Em certo momento, Eliseu levantou-se e disse: “ - Está na hora desse cuzinho agasalhar minha pica’. Nesse momento percebi que seria o fim das preguinhas que me restavam. Fomos pelados e ensopados para o seu quarto, pois não havia nenhuma camisinha no banheiro. Chegando lá, Eliseu me fez deitar em sua cama, que mesmo sendo de solteiro, tinha um bom tamanho e era bastante aconchegante. Fiquei de costas, empinando as ancas, para aquele macho tesudo que cuidadosamente colocava a camisinha. Foi aí que me dei conta de que nunca havia sido penetrado por uma pica tão grande. Abri o jogo para Eliseu e lhe disse que estava com um pouco de medo. Ele sorriu e em tom calmo, falou: “ – Não tem grilo meu anjo! Ponho devagar e com carinho.” Depois, pegou um pote de creme em uma das gavetas do criado mudo e sem pressa alguma, untou todo o meu buraquinho. Pedi para que também passasse na cabeça de seu pau deixando-o bem lubrificado. Era então chegada a hora. Eliseu começou a esfregar seu cacete pra cima e pra baixo no meu rego me deixando cada vez mais excitado e pronto para recebe-lo. Em meio a esse vai e vem enlouquecedor, acabei me enchendo de coragem e supliquei a ele que me penetrasse com aquela verga maravilhosa. O colega de meu irmão abriu minhas nádegas utilizando suas mãos fortes porém macias. Quando senti a pressão da cabeçorra forçando a entradinha, tentei ao máximo relaxar meus músculos. Queria, de qualquer maneira, receber aquele pedaço de carne dentro de mim. Senti todo o diametro daquele colosso alargando-me. A dor era absurda, quase desumana. Ele foi enfiando devagar enquanto eu respirava ofegante. Meus olhos estavam rasos d’água, tentei gritar mais minha voz saiu roca, quase como um gemido abafado, minhas pernas ficaram bambas. Era evidente para Eliseu que eu estava completamente a sua mercê, e isso pareceu tê-lo excitado ainda mais pois senti suas unhas cravando em minha pele enquanto socava seu membro cada vez mais fundo. “- Tá gostando putinha?” Me perguntou em meio a um sorrisinho super safado, que presenciei ao virar a cabeça. “ – Estou amando ”. Respondi baixinho, enquanto me ajeitava tentando facilitar a entrada de meu invasor. Tanto virei e revirei, que quando dei por mim ele já havia metido tudo. Ainda sentia dores, mas sabia que estava perto de alcançar o paraiso. Eliseu ficou algum tempo atolado dentro de mim, dando a oportunidade de me acostumar com seu calibre. Aproveitei esses instantes para pegar uma de suas mãos que estava na minha cintura, traze-la até minha boca, e chupar seus dedos enormes. Sempre fui vidrado em mãos masculinas, e aquelas eram um verdadeiro tesão. Ficamos nessa situação maravilhosa por uns três ou quatro minutos, só então comecei a senti-lo mexer dentro de mim. Começou num vai e vem lento , bastante prazeroso e foi aumentando aos poucos. Ao ponto de seu pau sair até a cabeça e entrar arrombando meu furinho. A cada estocada que ele dava, ouvia-se por todo quarto o barulho de suas bolas se chocando contra meu traseiro. O danado sabia mesmo como foder uma bunda, parecia um cachorro no cio metendo até o talo. Castigou meu cuzinho com uma crueldade incrível. Já havia me acostumado com sua rola e estava prestes a alcançar meu gozo, quando Elizeu resolveu me comer na posição de frango assado. Disse que queria ver meu rosto enquanto me massacrava. Ele sai de trás de mim, me virou e forçou minhas pernas para cima na direção de seus ombros fortíssimos. Empinei minha bundinha e supliquei: “- Vai gato, soca tudo no meu toba, por favor !” Ele sorriu. Apontou aquela ferramenta de novo para o meu rabinho, e foi entrando, agora com uma certa facilidade. Eliseu deslisou cu adentro, até que senti seus fartos pentelhos raspando meu rego. O clima de tesão era algo inimaginável. Recebi todo aquele falo, sentindo seus contornos no meu cuzinho. Eliseu ficou bombando dentro de mim por um bom tempo, apertando meus mamilos e me chamando de veadinho gostoso. Senti que sua respiração estava cada vez mais forçada. Suas metidas eram fortes e frenéticas. Meu homem anunciou que não aquentaria por mais muito tempo, e realmente não aquentou. Tirou a camisinha com certo desespero em meio a um grunhido animalesco tal qual o relincho de um cavalo. Esporrou em toda a minha barriga e em meu peito, algumas gotas chegaram também a acertar meu queixo. Eliseu despencou da cama e me puxou ao seu encontro no chão. Lhe dei um beijo bem molhado e agradeci pela foda maravilhosa. Ele sorriu mostrando seus belos dentes e disse que adoraria trepar comigo novamente pois estava viciado em minha bundinha redondinha. Relaxamos um pouco mas logo nos tocamos que era hora de encerrar a putaria, mesmo porque poderíamos ser flagrados. Cerca de uma hora depois chegaram meu irmão e seu outro amigo, eu estava sentado no sofá vendo um programa de esportes. Meu irmão perguntou por Eliseu, acabei dizendo que ele estava no quarto se recuperando de uma leve indisposição causada pelo forte calor e que eu também não havia ido a praia pois queria ficar a disposição caso ele necessitasse de algo. Eles não suspeitaram de nada e ainda deu para curtir mais naquele fim de semana. Depois disso Eliseu e eu começamos a namora, às escondidas é claro. Numa próxima vez eu conto uma de nossas outras aventuras. Um beijão para vocês. 


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Novinhos pirocudos e bundudos EP: 20

Noite quente com o primão

Eu estava com 19 anos e meu primo com 18 na época. Ele é loiro, olhos castanhos, com seu corpo levemente bonzeado; Uma pele de seda! Só de ve-lo sentia e ainda sinto arrepio em todo o corpo. Quando éramos crianças sempre faziamos uma sacanagenzinha em baxo da cama, quando sua família vinha nos visitar. Mas o tempo passou, e nossas brincadeirinhas também (infelizmente). Um dia, já com seus 19 anos, ele veio nos visitar e ficamos jogando video-game no meu quarto até anoitecer, até que eu o disse que tinha alugado uns filmes pornô, ele ficou todo animado e pediu que eu colocasse a fita, assim o fiz. Enquanto o filme rolava eu o via ajeitar o pau dentro da cueca que visivelmente estava pra lá de duro. Quando o filme acabou já éra umas 11 da noite e resolvemos ir "dormir". Enquanto eu fingia estar dormindo eu percebi que ele havia começado uma sessão de punheta por baixo dos lençóis no chão onde ele estava dormindo, dava para perceber pois embora o quanto estivesse de luz apagada, entrava alguns raios da luz da rua pelas frestas da veneziana da janela do meu quarto. Ele ficou "descascando a mandioca" por uns 5 minutos, até que sorrateiramente levantou-se e ficou me observando a "dormir" de barriga pra cima com a "barraca armada", pois estava apenas de lençol sem cueca. Então ele com aquela velocidade de bixo preguiça, tocou levemente meu mastro por cima do lençol. Eu que já não aguentava mais o tesão, segurei a mão dele naquela posição, nem preciso dizer que quase teve um ataque cardíaco do susto que levou. Ele ficou parado sem saber o que dizer e o que fazer, até que eu disse: - Não esquenta! eu sempre tive vontade de fazer o mesmo com voce! Ele continuou pensativo e eu perguntei: - Posso sentir o seu pau? Ele balançou a cabeça dando sinal verde. Haaa! Não queria mais nada nesse mundo! Segurei o pau dele e comecei a punhetá-lo levemente deixando-o duro novamente, comecei a passar a lingua na cabecinha e ele iniciou um gemido constante e baixinho, fiquei assim uns 3 minutos até que abocanhei aque le pau de 15cm perfeitíssimo e com poucos pelos, Deslisava minha boca da ponta a base com voracidade. Ele gemia alto e dizia: - Vai primão! continua chupando assim. Sua boca é melhor do que qualquer buceta que já comi. Ohh! não para!!!! Quando percebi que ele estava quase gozando, parei e pedi para que ele fizesse o mesmo. Inacreditavelmente o danado fez igualzinho a mim! Parecia um profissional. Ele chupou loucamente, chupava meu saco dava leves mordidinhas em minha virilha... Após uns 5 minutos eu disse: - Ai meu gato! voce é o máximo! Por favor deixa eu gozar na sua boca?!! - Não aguento mais! vou gozar meu linho! Ohhh! Ahhhhhhhhhh! Meu primão deixou eu derramar todo meu leitinho quente em sua boca. Ele veio e me deu um beijo compartilhando meu próprio leite. Eu disse: - Quero que voce me coma! Como se eu fosse uma puta vadia. Como seu pau continuava uma tora! Ele me colocou de quatro, passou um pouco de saliva no meu rabinho, e começou a forçar a entrada, aos poucos aquele músculo maravilhoso deslizando para dentro. Ele começou a bombar devagarinho, e me chamava: - Voce gosta sua putinha? Gosta do meu caralho no seu rabinho? Eu respondia: - Adoro meu macho! quero ser sua vadia pra sempre. Fode esse cuzinho meu gostoso! Ele começou a me foder violentamente, eu sentia um tesão que nunca senti em minha vida. Suavamos como se estivessemos numa sauna. Alternamos em todas as posições que imaginávamos: cachorrinho, frango assado, cavalgada, de ladinho... Na última posição que fizemos, ele me colocou de bruços na cama, e me comeu violentamente deitado em minhas costas, seu chegava a sair por completo do meu cuzinho já alargado e entrava contudo até as bolas, ouvia-se aqueles estalos "plaft! plaft! plaft! Até que: - Vou gozar minha puta! minha gata! Oh! Tez... Ohhh! Ahhhhhh! Senti ele esguichar em minhas entranhas, foi uma sensação indescritível! Nos viramos um de frente ao outro abraçados e ele disse: - Quero fazer isso com voce sempre! Eu respondi: - Não quero sempre. Quero o tempo todo! Cinco anos se passaram e estamos nos comendo sempre que surge uma oportunidade.

                                
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Novinhos pirocudos e bundudos EP: 19

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